Perfil


O processo de criação pode ser muito prazeroso, afinal o sentimento que o resultado traz é fantástico. É claro que quando a obra final não é satisfatória podemos ter um momento estressante, mas não é sobre isso que eu gostaria de falar. Olhando fotos antigas percebo que eu sempre estive muito envolvida com esse meu lado criativo. Inventando coreografias com as minhas roupas de bailarina ao som de Tchaikovsky. Fotografando os meus ursos de pelúcia e bem antes sendo fotografada com uma câmera na mão e com o que me parece ser uma tampa de plástico na cabeça, sendo que felizmente hoje eu evoluí para boinas e chapéus. Tem também os lenços e as bandanas, usadas seja no pescoço, no cabelo ou como roupa para as minhas Barbies. Falando em bonecas, eu também adorava costurar almofadas e pequenos acessórios para elas, o que mais tarde resultou em um curso de costura. 

Os anos passaram e eu fui fortemente influenciada por meus professores e professoras, os quais me ensinaram a gostar de arte, música, filosofia, sociologia, história e política, e eu sou eternamente grata por causa disso.  O hábito da leitura iniciou cedo, incentivado pelos meus pais, que compravam livros ( ganhei o meu primeiro com três meses de idade) e me contavam historinhas para dormir (meu pai até tentava variar, mas eu gostava mesmo era de escutar Cinderela noites e noites seguidas). Hoje, conto com uma modesta coleção que é uma das minhas maiores preciosidades, junto com a lembrança e o medo de ter que deixar a minha bagagem em Londres de tão pesada que ela estava, já que tinha mais de trinta livros dentro de uma mala (não foi minha culpa, os livros eram muito baratos!).  

A escrita é certamente uma de minhas paixões. Em 2013, tive sete contos publicados em um livro, o que foi a realização de um sonho. E repito a minha fala da época: que seja o primeiro de muitos! Mas por enquanto me contento com críticas, crônicas e dissertações, postados em sua maioria aqui no blog.

Fotografias me encantam e com a chegada de uma nova câmera, creio que elas farão ainda mais parte do meu cotidiano, não mais somente como apreciadora, mas como autora das minhas próprias obras. Obras também que eu tento produzir com desenhos, um novo tipo de expressão que eu ando praticando. Quem sabe no futuro eu não ilustro o meu livro sobre personalidades históricas voltado para crianças?

E é claro que as minhas futuras profissões não poderiam fugir muito dos meus gostos. Afinal, como trabalharia eu com algo que não gosto? Com moda descartada (pelo menos como faculdade, já que um curso ainda farei) devido a dificuldade da vida levada e o apoio a ideias que não muito me agradam, optei prestar vestibular (por enquanto) pelos cursos de História e Arquitetura, sendo o primeiro o meu sonho, e o segundo o meu sustento. Não me leve a mal, não é que eu não goste do curso ou tenha aquela mentalidade de escolher o curso de acordo com o retorno financeiro. Mas é o curso mais ligado à arte ofertado aqui em Curitiba, pois Museologia e História da Arte não está disponível. E como pretendo em um futuro espero que não muito distante trabalhar como curadora, me pareceu a profissão mais adequada. para Relações e Negócios Internacionais, sendo um curso no Unicuritiba e o outro na FAE. em muitas faculdades, a maioria delas relacionadas a Relações Internacionais. Todos os resultados foram positivos. Mas nenhum deles me trouxe tanto alegria quanto ver a palavrinha colocada no status da minha candidatura à Universidade de Coimbra, em Portugal {você pode ler mais sobre isso aqui}.

E já me preparando para o mercado de trabalho, onde o inglês quase já não conta como língua estrangeira, eu me dedico ao estudo de idiomas. Contra minha vontade comecei o inglês (francês era minha primeira opção) e mais tarde o espanhol, ambos já concluídos. Quando finalmente comecei a língua francesa, eu me apaixonei ainda mais pela cultura do país e por seus moradores. Iniciei também o curso de italiano com uma das minhas melhores amigas -nível B2 concluído!- e sonharemos em ir juntas para a Itália, já que a França, a Inglaterra e o País de Gales já foram riscadas na nossa lista de lugares para conhecer nesse mundo gigantesco. Os meus próximos objetivos são o alemão (língua de Mozart, Maria Antonieta e Nietzsche)   -inciado!-, o mandarim (conhecido como o idioma do futuro) e o finlandês (cuja única palavra que eu conheço é Tuuli, a qual significa vento).

Todavia, meu nome é Luiza Fernanda, eu tenho dezesseis dezessete anos, sou do signo de sagitário, estou no último ano de escola  a caminho do meu primeiro ano em uma universidade estrangeira e essa é um pouca da minha história, das minhas aspirações e inspirações. Afinal, a vida pode se resumir em inspirar e ser inspirado.



Um comentário:

  1. Carambaaa, amei! A Fabi fala muito de você, e vi que não é a toa! hahaha amei demais! <3 <3

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