sexta-feira, 29 de maio de 2015

E esse seria o 98º aniversário.

Foto do livro 'America's Queen: The life of Jacqueline Kennedy Onassis'.


Uma pessoa como todas as outras, que amava mulheres, 007, Mozart e Heineken morre. Poderia ter sido um evento quase sem importância se nós não falássemos do homem mais importante do mundo na sua época.

Uma vez, ele se designou como aquele que acompanhava Jacqueline Kennedy (mais tarde Onassis) na França. Outra vez, ele era quem acompanhava Jackie no Texas, um estado que os havia recebido tão bem. Ninguém perguntava o que ele ou o vice-presidente, Lyndon Johnson, vestiam, mas uma pessoa (ou até mesmo um grupo de) o queria morto.

Lembrado justamente pelo seu assassinato, John Fitzgerald Kennedy deixou para os Estados Unidos e para o mundo um legado mais importante que os rumores de seu relacionamento com a atriz de Hollywood supervalorizada, Marilyn Monroe.

Nascido em uma família de origem irlandesa, Jack (como ele era chamado pelas pessoas próximas) possui um pai já na política. Joseph Kennedy ocupava o posto mais importante da diplomacia americana durante o começo da segundo grande guerra. Seu filho trabalhou com ele na embaixada americana no Reino Unido, e transformou essa experiência em uma tese de doutorado de Relações Internacionais, pela Harvard University. Falando dos Acordos de Munique, 'Why England Slept?' foi mais tarde transformado em um livro, no que seria somente o começo de sua participação junto à política estrangeira.

Ao retornar da Segunda Guerra Mundial com condecorações militares e sem um irmão, JFK começa, finalmente, sua carreira política. Primeiro a Câmara de Representação, depois o Senado, até que, em 1960, a Casa Branca.

Entrou em função no dia 20 de janeiro de 1961, aos 43 anos de idade, com seu discurso 'não pergunte o que seu país pode fazer por você, mas pergunte o que você pode fazer pelo seu país.' Em primeiro de março, Kennedy assinada um decreto criando o Peace Corps (Corpo de Paz), cuja a missão é facilitar a amizade mundial, tratando-se especialmente dos países subdesenvolvidos. Essa organização existe até os dias de hoje, com 6.818 voluntários em 64 países. Infelizmente, nem só de boas decisões vive um governo, e o fracasso do desembarque na Baía dos Porcos, para a retirada de Fidel Castro do poder, conduziu à Crise dos Mísseis em 1962.

Sua visita a Berlim Ocidental, onde ele proferiu o discurso 'ich bin ein Berliner', a intervenção da Guarda Nacional para a matrícula do estudante negro James Meredith na Universidade do Missippi e a assinatura do Tratado de Interdição Parcial de Ensaios Nucleares foram os últimos grandes atos de JFK. Em 22 de novembro de 1963 terminou abruptamente o mandato de um dos presidentes mais jovens e mais populares dos Estados Unidos da América.

São numerosos os documentos, discursos, entrevistas, documentos e gravações foram conservados e começam a se tornarem públicos. Jacqueline, apesar de seu casamento com Aristoteles Onassis, trabalhou para preservar a memória de seu primerio marido. Ela dizia que outras presidentes tiveram a oportunidade de defender suas escolhas, sua história após deixar o posto. E que de seu marido, essa chance foi roubada.

Esse trabalho continua atualmente com a única filha viva do casal, Caroline Kennedy, a primeira mulher americana embaixadora em Tóquio. E além das homenagens públicas ao presidente, como a mudança no nome do aeroporto de Nova York, da escola de governo da Universidade Harvard e do centro de operações da NASA, a imagem de Kennedy ainda vive na cultura popular. Inúmeras referências são feitas a John Kennedy em filmes, séries, músicas e livros, provando que precisa-se muito mais que uma bala de fuzil para colocar fim ao legado de um homem.

Esse texto foi originalmente escrito em francês!
Era uma redação para a minha aula, e após a correção
decidi postá-lo. Você pode ler a versão
francófona aqui.

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